sensações, quando inquietantes, não são mais sensações...
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Uma primeira memória turva
Hoje abri o armário e retirei de lá o vazio.
...pelo vibrante David Lynch
...música de Angelo Badalamenti
...pelo vibrante David Lynch
...música de Angelo Badalamenti
terça-feira, 22 de junho de 2010
acaso genuíno
E, de repente, cuspo uma bola de sangue.
‘’Estou a pintar quadros que me fazem morrer de alegria, estou a criar com absoluta naturalidade, sem a menor preocupação estética, estou a fazer coisas que me inspiram com uma profunda emoção e estou a tentar pintá-los com honestidade’’ - Dalí
Salvador Dalí - Criança geopolítica observando o nascimento do homem novo (1943)
‘’Estou a pintar quadros que me fazem morrer de alegria, estou a criar com absoluta naturalidade, sem a menor preocupação estética, estou a fazer coisas que me inspiram com uma profunda emoção e estou a tentar pintá-los com honestidade’’ - Dalí
sexta-feira, 4 de junho de 2010
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Deambulo, fragmentado, por entre caminhos tortuosos
num infinito que neste mundo me dá pé...
Corro, sem cessar, por entre labaredas esfomeadas
por um ingénuo, fisgadas,
procurando o tudo ou nada
de cristas aguçadas
Penso, agitado, por entre redes laceradas
de tentativas arriscadas,
de sobejas lutas travadas
futuras, presentes, passadas
Caminho, sumido, do tacto privado,
pelo odor iludido,
pela essência ignorado,
qual espectro escorraçado...
Deambulo, fragmentado, por entre caminhos tortuosos...
...e quiçá um dia,
pela perdição guiado,
eu encontre o paraíso,
também ele perdido
num infinito que neste mundo me dá pé...
Corro, sem cessar, por entre labaredas esfomeadas
por um ingénuo, fisgadas,
procurando o tudo ou nada
de cristas aguçadas
Penso, agitado, por entre redes laceradas
de tentativas arriscadas,
de sobejas lutas travadas
futuras, presentes, passadas
Caminho, sumido, do tacto privado,
pelo odor iludido,
pela essência ignorado,
qual espectro escorraçado...
Deambulo, fragmentado, por entre caminhos tortuosos...
...e quiçá um dia,
pela perdição guiado,
eu encontre o paraíso,
também ele perdido
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Si tard
Por que vens assim tarde?
Não te esperava mais
Tinha deixado de acreditar
Já te tinha riscado
Por que vens assim tarde?
O que te trás aqui?
Que crueldade bizarra
Essa súbita vontade
Por que vens assim tarde?
A tua mãe não te ensinou nada?
Não devemos chegar tão tarde
A casa de quem nos convida
Sem flores, rigoroso
Mas a verdadeira educação
É chegar a horas
Quando o tempo aperta
Por que vens assim tarde?
Quando já está tudo acabado
E que aparte teus nervos,
Me substituem em tua cama
Por que vens assim tarde?
Não tens nenhuma desculpa
Nem a mais pequena história
Nem a mais pequena artimanha
Por que vens assim tarde?
Posso pensar o que quiser
Da tua boca cheia de histórias
De futuros luminosos
Oh, já não é assim tarde
Meu anjo, que idiotice
Se tu pudesses ver
Será que não cresceríamos?
terça-feira, 27 de abril de 2010
domingo, 25 de abril de 2010
espera infinita...
O espectro da capacidade obtusa ronda a dimensão das minhas sensações e por vezes...sim... por vezes atinge, subverte a dimensão que me dá a plenitude necessária para Ser em paz. É uma luta atroz, inquietante...Estranhamente, sei ser a tua falta que me deixa desprotegido.
Vinde sensações letais! Dou de barato minha alma, mas deixai-me Ser num plano linear de sensações...Sugai minha imaginação, mas expulsai minha dor gravativa... Todavia, peço que sejais gentis e me concedais a metamorfose da vertigem...
Morpheus and Iris
Que Morpheus me proteja, para presenciar tua vinda e Ser pleno de vez.
Vinde sensações letais! Dou de barato minha alma, mas deixai-me Ser num plano linear de sensações...Sugai minha imaginação, mas expulsai minha dor gravativa... Todavia, peço que sejais gentis e me concedais a metamorfose da vertigem...
Morpheus and Iris
Que Morpheus me proteja, para presenciar tua vinda e Ser pleno de vez.
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